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LEONEL RADDE SE MANIFESTA SOBRE TUMULTO OCORRIDO NA CÂMARA DE VEREADORES DA CAPITAL

  • Leonel Radde
  • 10 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Nesta quinta (16), durante a reunião ordinária da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado (CSSP), da qual é presidente, o deputado Leonel Radde se manifestou sobre o ocorrido na tarde de quarta (15), na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.


O parlamentar avaliou como absurda a situação vivida na casa legislativa da capital, citou o fato de um vereador ter solicitado o uso de arma de fogo nas dependências da Câmara, condenou a atitude da presidência de impedir o ingresso de pessoas na sessão e cobrou providências da Assembleia Legislativa, principalmente pelas agressões sofridas pelos parlamentares da casa por parte da Guarda Municipal.


“Se as pessoas têm seus direitos atingidos, elas têm o direito de participar das discussões e decisões sobre os seus direitos. A população não pode ser impedida de entrar nem na Câmara Municipal, nem na Assembleia Legislativa, nem na Câmara Federal.


O deputado destacou o fato do vereador Ustra ter solicitado o porte de arma de fogo no ambiente da Câmara. “Me preocupa demasiadamente que um parlamentar tenha feito esse tipo de pedido. Qual o objetivo? Atirar contra quem está divergindo?”, questionou.


Radde também chamou a atenção para o comportamento dos agentes da Guarda Municipal. “Eu respeito muito a guarda Municipal, mas o que vimos ontem, ou é um despreparo ou é algo que foi deliberado pela presidência da Câmara de Vereadores. É tão absurdo que a própria segurança da casa agrediu vereadores. É como se a polícia legislativa da Assembleia, de uma hora para a outra, agredisse os deputados e deputadas desta casa no meio de uma votação com balas de borracha e gás. Não podemos aceitar este tipo de truculência com autoridades constituídas”, declarou.


Radde destacou o fato do líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa, deputado Miguel Rossetto, com 65 anos, ter sido atingido pelas costas com três tiros de bala de borracha.


“Qualquer policial sabe que tiro de bala de borracha se dá abaixo da linha da cintura. Isso é básico da técnica. Tiro nas costas significa que a pessoa está saindo, não é legítima defesa. Duas vereadoras foram parar no HPS. Quero ver como o prefeito Sebastião Melo vai lidar com isto”, provocou.


Texto: Luciana Fagundes - MTB 21087


 
 
 

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